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"Meus olhos..."
Meus olhos,estrelas incertas,
de águas dormentes que me causam tormentos,
enxaguam meu peito,ferem minh´alma,
num vago desejo que me fazem chorar...
Sentindo minh´alma doente
ouço apenas o sussurro da noite dentro de mim,
num leve cantar...inquietos,travessos,
quebrando a solidão,com tanto pudor e paixão...
Meus olhos,que falam de amor com tanta poesia
num pranto de dor e saudade
sentindo o amargo prazer do sofrer
da fria morte em vida.
Já farto de viver,quebrado pela dor
e que já não encontra mais alívio em lágrimas derramadas,
sofridas no silêncio da noite adormecida
quando a solidão meu coração consome...
Aqui neste mausoleu soberbo,
cemitério abandonado,feito de ilusões e angústias...
sem amor...crença...ou fé,
meu paraíso infernal.
Que vai além da terra aos céus infindos,
cercados de troncos,cobertos de flores mortes...
com um lago de sangue,que alimentam meus olhos
em noites lúgubres,medonhas e sem fim,
onde posso enfim a fronte repousar...
A espera de ti,
de mensagens quente em tela fria,
um doce raio de amor trazido pelo espaço...
sem côr...sem vida e ao mesmo tempo fantasia,
neste solitário leito de sofrer na flor da vida!
"Armand"
Ao som de (Pred Stupenjamy Beskonechnosty) Autumn Rain Melancholyc
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"Benditos sejam todos que te amarem,
As que em volta de ti ajoelharem
Numa grande paixão fervente e louca!
Florbela Espanca"
"Venha...![]()
É aqui,neste quarto frio e silêncioso
que deposito todas minhas angustias...
Feitas em noites sem fim,de lágrimas e sacrifícios,
entre um soluço e um suspiro de saudade.
É Ti que chamo...
Quando meu peito as aflições castigam
e a saudade abraça impiedosamente meu coração!
É a Ti tão meiga e cheia de encantos...
com seus olhos verdes como as folhas da primavera,
que em delírios meus desejos aos céus remontam
e em silêncio meu corpo o seu procura.
Cheio de febre,ansioso de ternuras,
com lábios que vibram num prelúdio de agônia
neste tranquilo convento de tristeza
a espera de Ti...
Num céu de nuvens,com o frescor da noite
venha,mas traz consigo o prazer...
a voz a murmurar nos meus ouvidos...
o seio trêmulo que anceia por lábios meus...
teu colo ardente,movendo-de de leve de encontro ao meu...
em longos suspiros de mútua comtemplação.
Venha como um soluçado suspiro de amor e êxtase,
com seu perfume de yasmim,
fonte de vícios,de virtudes lúxurias...
doce consolação para meu corpo aflito
que ainda sonha e delira a espera do seu!
Armand

"Sonhos e delírios em noite de outono...
Lago impuro de lágrimas sofridas...
padecendo tormentos nesta noite sombria,
pálido horror com espectros medonhos,
sonhando a imagem tua,ouço a brisa a soluçar...
Tão pálida e ainda assim tão pura,
que ao vê-la ao frio clarão da lua,
minha triste alma se emudece...
Oh estranha Bruxa...pudesse eu chama-la de morte,
e definhar em eterno lamento ao teu lado,
pelas noites suaves do silêncio rescosta-la em meu peito,
adormece-la em minha alma,
e em teus lábios afogar minha agonia...
Mas não minha Fada Branca,não te profanarei,
não com meus desejos de luxúria e dor,
não com minhas ilusões a sangrar no peito
e manchar vossa face inocente...não nesta noite...
Hoje sinto apenas um amargor dentro de mim,
e ainda que ouça um doce canto ao som da lira,
minha solidão não lhe confia...
e ainda que chova sôbre esses vales harmônia,
breve,muito breve me cobrirá a terra fria...
Então sim,no silêncio do sepulcro com lábios sedentos,
os olhos marejados e uma lágrima furtiva a rolar
em direção ao abismo de dor e esquecimento...
sonharei contigo minha Dama!
Longas noites de amor febril nos esperam
na serenada relva adormecida da campina,
e saciada de beijos...perdidas em desejos
como a virgem no leito que treme em lenta agonia adormecerás...
Gemendo como o vento,zombando do passado,
com meus lábios que te queimam como o fogo do sol,
lábios que outrora a morte suplicou,
mas que agora inunda teu ser de alento á donzela...
Encostados em teu seio suplicante,
formas nuas inebriantes de sabor etéreo...
Oh Virgem do meu amor,mulher dos meus desejos,
és irmã da noite,a que meu peito suplicante consola...
És os sonhos mais ardentes
o orvalho na face que resfria nosso suor...
Eu sou apenas o pecador indiferente,
sonhando a imagem tua nesta noite sombria de outono.
"Armand" 
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A Gothic Romance (Red Roses For The Devil's Whore)Cradle Of Filth
Um Romance Gótico (Rosas Vermelhas à Prostituta de Satã)
Minueto a noite em um castelo perto do mar
Uma jóia mais radiante que a lua
Abaixou sua máscara para mim
A mais sublime criatura dos deuses, cheia de fogo
Gostaria de maravilhar-se criando sua Rainha
Inspirando o ar com sua fragrante luxúria
E meu coração balançou com poesias ameaçadoras
Da graça eu me apaixonei por Ela
Perfumada e traiçoeira isca
E olhos silvestres de jade que acompanharam no mais impuro
Erótico, fantasias carregadas entre esta noite quente de outono
Ela me acalmou para longe do magnífico mascarado
E juntos nós agarramos na sangria ao luar
Perolada lua, que feitiço tu jogaste em mim?
Seu beijo gelado ferveu meu pescoço
Como ondas murmurantes na praia de Acheron
Em um remoinho de vozes doces e estátuas
Que ilusionou as árvores mortais
Essa devassa sedutora de preto, me pegou
Em um pálido alvor como o renascimento de Ligeia
Eu me libertei do meu sono - sepulcro
No mar obscuro onde a rocha simboliza, solitária
O fantasma deplorado Dela
Espantado e frágil, ainda repleto de paixão
Eu desejei pelo prelúdio do passado
A maldição do desassossegado e sua ardente carícia
Vieram muito mais do que minha alma podia suportar....
Eu, imediatamente me empenhei para vê-la de novo
Ativo devido a inércia da meia-noite
Não sabendo sequer o nome dela
Em um estreito precipício acima do abismo carnal
Eu dancei como um coroinha cego
Bêbado pelo vinho vermelho, seus lábios mortos nos meus
Cheio com o perfume da noite
Por horas eu percorri o cercante jardim
Em vão aquilo que nós deveríamos encontrar
Quando nuvens de tempestades quebram, exauridas
Eu procuro refugo em um cemitério
Durmo, tenho premonições
Sinal de pesadelos de um plano inferior sem sol
Ama da escuridão
Eu agora sei o que tu és
Gritos assombram meu sono
Arrastado dos pesadelos tu quer casar-se
Lâmia e Lêmures
Geraram ti devassa
Para trair minha carne
Retrato da Condessa Morta
Profunda dor manchada aquela que eu tinha sonhado
Ostentada morte, punição da vida
Saída um pouco forte para lacrar este infame túmulo....
Mas o equilibrado néctar dentro de minha revolta
O desejo se aquece e mórbido propósito a procurar
Até o fim cortinas cobertas de teias para onde ela desmaiou
Deusa do cemitério, da tempestade e da lua
Na impecável beleza fatal de seu rosto constrangido
Visões de um paraíso onde fantasmas acompanham desumanos
Para tristeza a perda de deus no mais negro veludo
Inscrito em suas quedas como uma veloz silhueta
"Fugitiva, assombrada
Tu és particular para o meu pecado
Segredos mortos, que tu gostaria de impor
O cruel crepúsculo da manhã sobre minha pele?
Tu não quis me venerar
Com sacrifico sanguinário
Então meu cu poderá repelir contra vosso beijo
e lamentar com a nova vida?"
Rosas vermelhas para a prostituta de Satã....
Anjos negros experimentem minhas lágrimas
E sussurrem músicas fúnebres
Suavemente para meus ouvidos
Necessidade do fogo atraiu abominações aqui....
Pulsação noturna
Minhas veias derramam adiante suas águas
Fenda perto dos lábios que eu mais apreciei
Levado pelas ondas na sua traiçoeira costa
Onde assombrações afogam acima das estrelas
Lápides negras onde prostitutas amantes
Como seraphim e Nahemah
"Nahemah"
Arrancam meus olhos, apressadamente, certificado
Cego por causa de ti, feiticeira
Para que eu deva saber, tu não estás morta?
Meu coração ressoa sem sangue e inflamado....
Faz a tentação rondar a noite na festança
A rainha do paraíso não virá como Satã para mim?
Naquela fatal consagração de Eva onde nós fugimos acompanhados
Como a música limpa em volta de nós na clara, predestinada saída
Embaixo curvada Diana onde sua linha de sangue costurada
Em um cemitério de anjos lacerados em uma fresca pedra de mármore
Eu estou sofrendo a perda da vida no sombrio veludo
Inscrito na sombra da Morte como uma veloz silhueta....


Livro:O VAMPIRO ARMAND
Autor:Anne Rice
Tradução: Adalgisa Campos da Silva
Fonte Ed. Rocco
O sedutor jovem e envolvente,o Vampiro Armand, que despontou no livro Entrevista com o vampiro,que hoje se tornou um clássico do horror gótico, retorna para contar sua fascinante trajetória de vida em mais um episódio das Crônicas Vampirescas da autora Anne Rice.Esse história começa onde o romance Memnoch (quinto livro da série) termina.Vampiros do mundo inteiro estão reunidos em torno de Lestat, prostrado no chão de uma catedral,não se sabe ao certo se morto ou apenas em coma.
Enquanto reflete sobre a condição de Lestat, Armand é convidado pelo jornalista e tamém vampiro David Talbot para contar sua fascinante tragetória vampiresca. A narrativa passa então abruptamente para o século XV,em Kiev Rus - uma cidade em ruínas dominada pelos mongóis onde Armand vive a sua infância - e depois para Constantinopla, onde ele é vendido como escravo por caçadores tártaros.Seu comprador é nada mais nada menos que Marius,um misterioso pintor veneziano(e também vampiro ancião).Ele é quem dará a Armand o dom das trevas,o sangue negro da imortalidade.
Anne Rice descreve em detalhes o sensual relacionamento do ainda jovem e mortal Amadeo(Armand) com o seu mentor e a conseqüente transformação do pupilo em vampiro.Quando esta finalmente ocorre,as cenas fortes de sesualidade e sexo são substituídas pelo questionamento de Armand,forçado a escolher entre a imortalidade adquirida e a salvação de sua alma.
O romance descreve cenas de luxo e elegância no suntuoso palácio renascentista de Marius,em Veneza,passa para mirabolantes aventuras e cultos diabólicos na Paris do século XIX, até chegar à Nova Orleans de hoje. Os capítulos finais relembram o significado profundo dos vampiros de Anne Rice: uma metáfora para os mais intensos e ocultos desejos do ser humano.
Este e livro assim como o também citado "Entrevista com o Vampiro" se encontram para download em nosso grupo do msn,acessem já.
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“Aos afetos,e lágrimas derramadas na ausência
da dama a quem queria bem.”![]()
Ardor em coração firme nascido!
Pranto por belos olhos derramado!
Incêndio em mares de água disfarçado!
Rio de neve em fogo convertido!
Tu,que um peito abrasas escondido.
Tu,que em rosto cores desatado.
Quando fogo em cristais aprisionado.
Quando cristal em chamas derretido.
Se és fogo como passas brandamente?
Se és neve,como queimas com porfia?
Mas aí!que andou Amor em ti prudente.
Pois para temperar a tirania.
Como quis, que aqui fosse a neve ardente.
Permitiu,parecesse a chama fria.
“ Gregório de Matos”
“ Enviado pela Dama Vampirella”
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“Réquiem para uma flor...”
“ Para Dama Vampirella"![]()
Oh!Triste noite,sempre de luto
a escurecer o meu espírito!
eternizando em profunda melancolia
Este triste pranto em gotas de orvalho...
Lágrimas que são levadas pelo vento,
sepultando meus sonhos e desejos,
partindo o coração em amargura e saudade...
Ah!E eu que pensei que tu foste minha alma,
minha Dama da Noite,
com seu perfume inebriante e sedutor,
perturbando minhas noites inocentes
Com sonhos virginais a beber na tua essência...
Na agonia de um beijo
em teus lábios que estremecem e gemem em voz divina e angelical!
Oh!Minha Dama da noite coberta de flores,
durma ao meu lado vestida apenas com o luar,
desprovida de incertezas e dores,
enxugue minhas lágrimas,aquecendo este corpo que padece
em vales tristes e sombrios
antes que a terra cubra o que ainda resta de mim!
“Armand...”
(Ao som de Midwintertears-Tristania)
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"PÁLIDA IMAGEM"
— J’ai cru que j’oublierais; mais j’avais mal sondé
Les abîmes du coeur que remplit un seul rêve:
Le souvenir est là, le souvenir se lève
Flot toujours renaissant et toujours débordé.
TURQUÉTY
No delírio da ardente mocidade
Por tua imagem pálida vivi!
A flor do coração no amor dos anjos
Orvalhei-a por ti!
O expirar de teu canto lamentoso
Sobre teus lábios que o palor cobria,
Minhas noites de lágrimas ardentes
E de sonhos enchia!
Foi por ti que eu pensei que a vida inteira
Não valia uma lágrima... sequer,
Senão num beijo trêmulo de noite...
Num olhar de mulher!
Mesmo nas horas de um amor insano,
Quando em meus braços outro seio ardia,
A tua imagem pálida passando
A minh’alma perdia.
Sempre e sempre teu rosto! as negras tranças,
Tua alma nos teus olhos se expandindo!
E o colo de cetim que pulsa e geme
E teus lábios sorrindo!
Nas longas horas do sonhar da noite
No teu peito eu sonhava que dormia;
Pousa em meu coração a mão de neve......
Treme... como tremia.
Como palpita agora se afogando
Na morna languidez do teu olhar...
Assim viveu e morrerá sonhando
Em teus seios amar!
Se a vida é lírio que a paixão desflora,
Meu lírio virginal eu conservei...
Somente no passado tive sonhos
E outrora nunca amei!
Foi por ti que na ardente mocidade
Por uma imagem pálida vivi!
E a flor do coração no amor dos anjos
Orvalhei... só por ti!
"Álvares de Azevedo"
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"Ó Dama da noite
hoje definho em seus braços em luto eterno,
em silêncio imaculado em meio a escuridão,
neste imenso mar de incertezas que se tornaram nossas noites...
Teria meus sonhos morridos nos seus puros olhos
que me banham em lágrimas
que brilham mais que as estrelas da noite,
Iluminando o cemitério de minh´alma esquecida...
lavando meu peito repleto de mágoas e desgosto,
nesta dor que me desespera
fazendo sentir-me vivo,quando na verdade...
há muito estou morto?"
"Para Minha Dama Vampirella"
Armand
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"Peregrino"![]()
"Hoje me tornei um homem pensativo e taciturno,
uma criatura pálida que apenas chora em silêncio,
sentindo no passar do vento melancólico
todos teus toques no meu semblante outrora febril...
Lembranças de um passado...momentos que se foram,
e que agora retornam,como fantasmas a me assombrar,
assim como nos meus sonhos,
pesadelos deste coração que treme e sofre calado...
Entregando-se ao vazio de minh´alma
em negra melancolia se fim...
como um peregrino que caminha sozinho nas trevas de si mesmo..
neste morto deserto que também espera por mim..."
"Para minha Dama Vampirella"
Armand
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Ostara...Ostara ou equinócio da Primavera.Neste comemora-se o primeiro dia de primavera,quando as energias da natureza desabrocham de forma exuberante.É o tempo em que a Deusa envolve a Terra com seu manto fértil e o Deus Cornífero vivencia sua maturidade.No período de Ostara,noites e dias são iguais e tanto o Deus como a Deusa impelem os aminais selvagens a reprodução.É o tempo em que vivenciamos o começo enquanto a ação nos leva a novos acontecimentos.O altar deve estar decorado com narcisos e ovos coloridos,Os narcisos representam as primeiras flores da primavera e os ovos pintados a fertilidade.Devem ser realizados feitiços ligados a começos,ou seja,novos amores,nova casa,emprego...nova vida,etc.Em Ostara,a Deusa é reverenciada no seu aspecto de Deusa da Primavera,e o Deus,no seu aspecto de Deus da Fertilidade...
ERVAS TÍPICAS:cinco-folhas,narciso,madressilva,íris,jasmim,rosa,morango e violeta...COMIDAS TÍPICAS:sementes como girassol,abóbora e gergilin,assim como castanhas de pinheiro,brotos,verduras folhosas e verdes.Pratos como nastúrcios recheados ou bolinhos de cravo...Norte 21 de março-sul 21 de setembro.
Beltane...Beltane marca a entrada do Deus Cornífero no seu período adulto.Ele já não é mais um jovem sedutor e se transformou num verdadeiro homem.Dentro de sí habita toda a potência da natureza masculina,e ele deseja a Deusa ardentemente.Ela também se apaixona e juntos fazem amor sobre a relva florida.Nesse ritual,deve-se colocar no jardim um tronco ou mesmo um bambu no centro de um grande círculo.Esse poste deve ter muitas fitas coloridas que caírão quase até o solo.As pessoas deverão dançar em círculo,segurando a ponta de uma fita.Na verdade,esse poste representa nada mais nada menos que o fallus,ou seja,o orgão genital masculino.Deve-se ter também nesse período o caldeirão repleto de aguá com flores boiando na sua superfície.O altar deve estar decorado com ma grande variedade de flores.[E o tempo dos feitiços ligados a fertilidade feminina e ao amor.A Deusa é então venerada como noiva,e o Deus como Senhor da Floresta.Beltane é o tempo da celebração da Sagrada União.
ERVAS TÍPICAS:amêndoa,angélica,frixo,margarida,olíbano,hera,mal-me-quer.COMIDAS TÍPICAS:alimentos vindos ou derivados do leite,creme de cravo-de-defunto,sorvetes de baunilha,bolos de aveia...norte:1° de maio...sul:1°de novembro.
Yule...sua comemoração acontece por volta do dia 21 de junho.Nesse período a Deusa da a luz a seu filho e amante,o Deus Cornífero.Yule é um tempo de grande escuridão,da mais longa noite do ano,quando o inverno se estabelece.Entre os antigos povos primitivos,esra o dia em que imploravam que o inverno não fosse por mais rigoroso e que as forças da natureza estivessem sempre ao nosso lado.Como o Deus Cornífero também é o sol,Yule marca o renascimento desse astro dentro da roda do ano.No período de Yule,devemos ornamentar o altar com azevinho,folhas de figueira ou cipestre e manter velas acessas simbolizando o retorno da luz do sol.Esse é o tempo da realização de feitiços e preparação de amuletos voltados para a proteção.Em Yule,honra-se a Deusa no seu aspecto divino e eterno de Mãe,sendo o Deus sua criança divina,o novo ano solar...
ERVAS TÍPICAS:louro,camomila,alecrim,sálvia,zimbo,cedro e outras...COMIDAS TÍPICAS:castanhas,frutas como maçã e peras,bolos de castanhas embebidos de cidra,chás de gengibre ou hibisco...Norte 21 de dezembro-Sul 21 junho.
Imbolc...Imbolc marca o restabelicimento da Deusa após ter dado á luz ao seu filho Deus.Ela é acordada,então pela luz dos dias,que se tornam gradativamente mais longos.Seu filho já não é mais um bebê,tendo se tornado um jovem sedutor e seu poder é sentido no morno calor dos dias,agora um pouco mais compridos.Esse calor fertiliza a Terra,ou seja,a Deusa,e proporciona ao longo do período a germinação das sementes.É o sabbath dedicado á purificação.É a festa da fertilidade,caracterizada por muitas velas acessas,que representam nossa própria iluminação e inspiração.Imbolc também é conhecido como o Imelc,Lupercalia,Festa de Pã,Dia de Brigit,além de muitos outros nomes.Nesse período,não existem flores nem frutos no altor,representando o que acontece com a natureza.É tempo propício para a realização de feitiços ligaods á fertilidade e á prosperidade...
ERVAS TIPÍCAS:angélica,manjericão,louro,benjoim,urze,mirra e flores...COMIDAS TIPÍCAS:laticínios,creme azedo,comidas condimentadas e encorpadas,pratos com pimenta,curry,cebolas,cebolinha ou alho-porró e vinho bem forte...Norte 1° de fevereiro-Sul 1° agosto.


...Pelas noites suaves do silencio
e entre as nuvens do amor você adormecia...
embalada ao frio clarão da lua,
dos meus beijos e abraços...recostada em meu peito.
Virgem Dama do meu amor,dos meus encantos
Por tí,as noites velarei chorando em lamentos,
pálidos sonhos de um passado morto,
da nossa triste vida limitada!
Servida em taças de acético veneno tenebroso,
que me tira os sentimentos
e a coragem que outrora me acendia..."
"Para a Dama Vampirella" ![]()
Armand!


"Um sonho...
Sonhei,entre visões da noite escura,com a alegria morta,mas meu sonho sonho
de vida e luz me despertou,tristonho,com o coração partido de amargura...
(Edgar Allan Poe)"
“Para DamaVampirella”![]()
Armand!


"Ser ou não ser...Eis a questão:é mais nobre sofrer na alma as pedradas e flechadas de um destino ultrajante ou pegar em armas contra um mar de problemas e enfrentando todos,acabar com eles?Morrer,dormir...mais nada.E no sono acabar com a afliçãoe os mil choques naturais que a carne traz em si.Essa é a consumação que se deve querer como um bênção.Morrer,dormir.Dormir,sonhar talvez:Isso é que é dificil!Porque os sonhos que podem existir nesse sono da morte,depois que nos livramos desta confusão mortal,nos fazem parar para pensar.
É isso que tanto prolonga a calamidade desta vida.Quem há de preferir as chicotadas e o desprezo do tempo,a humilhação do opressor,arrogância do orgulhoso,as dores do amor desprezado,a demora da lei,os desaforos do poder,e os chutes que os talentosos pacientemente recebem dos indignos,quando o próprio sujeito pode ancontar a sua paz na lâmina nua de um punhal?Quem é que agüenta esse fardo,gemendo e suando numa vida dura,senão pelo medo de alguma coisa depois da morte,o país desconhecido,fronteira que nínguém cruza de volta,que confunde a nossa vontade,que nos leva a preferir os males que já temos do que voar para outros que não conhecemos?É assim que a conciência transforma todo mundo em covarde,é assim que a cor natural de determinação acaba desbotada pela palidez do pensamento,e grandes projetos importantes perdem o rumo,e não podem ser chamados de ação...Ser ou não ser,eis a questão?"
Hamlet
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“Sonho de lágrimas...
Para DamaVampirella”
"A vida se segue com suas noites mais longas,
com ilusões feitas de lágrimas,
de profundo pesar em luto eterno
neste fúnebre leito de mármore frio reluzente...
Sonhos distantes,perdidos no silêncio,
luz de velas bruxuleantes,incensos inebriantes,
vinho doce como as lágrimas que silenciam
e umedecem meus lábios trêmulos
Lágrimas de vida,orvalho e sangue
nesta noite púrpura de anseios e desejos,
esperando que tudo acabe
numa nova manhã perfumada
de profundo,palpitante e imortal amor!"
Armand
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